A Internet das coisas que se movem e sua importância no transporte do futuro

Por , 26 de Maio de 2016 a las 07:00
A Internet das coisas que se movem e sua importância no transporte do futuro
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A Internet das coisas que se movem e sua importância no transporte do futuro

Por , 26 de Maio de 2016 a las 07:00

A Internet das coisas que se movem será a grande protagonista nas cidades inteligentes povoadas por carros autônomos, mas o que acrescentam, além do conforto?

Se há uma coisa que as cidades inteligentes e os carros conectados autônomos prometem, graças a desenvolvimentos como o 5G, é o fim de congestionamentos e grandes aglomerações graças a uma gestão instantânea do tráfego urbano centralizado e baseado na análise do big data, formando um grande cérebro na cidade. Hoje em dia, já podemos saber, graças ao conhecimento que nosso smartphone, a que hora temos que sair para chegar a nosso destino (por exemplo, trabalho) na hora de costume. A chamada Internet das coisas que se movem significará um grande passo no que se refere a isto.

A grande contribuição pode vir no reaproveitamento de rotas infrautilizadas que no papel são menos cêntricas ou práticas, mas que realmente seriam melhores por sua pouca utilização. Através da análise do estado do tráfego nas horas do rush dos dias úteis ou das férias, é possível conhecer como redirecionar o tráfego buscando evitar congestionamentos. Tudo isto, logo estará acessível através dos smartphones, mas a decisão continuará sendo humana e a manipulação da informação errada. É o que nos separa do futuro.

A quantidade de informação que já dispomos é grande, comparada com a de alguns anos atrás, mas ainda pode ser aperfeiçoada graças aos sensores que serão incluídos nos carros e dispositivos inteligentes e GPS.

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A questão dos congestionamentos, mesmo que incômodo, pode parecer banal para algum leitor, mas não é. Não só têm a tendência de provocar mais acidentes, pela curta distância entre os veículos, mas muitas ambulâncias por exemplo, não conseguem chegar até seus destinos. Que um sistema de emergências centralizado de segurança possa avisar num caso como este ao resto de carros e pedestres, é crucial.

Não são apenas os veículos da estrada que podem obter benefícios da Internet das coisas que se movem, mas com esta informação também podem criar melhores distribuições de elementos nas estações de metrô e trem, de acordo com comportamentos e movimentos habituais. Com nossos atos, nosso smartphone já está aprendendo tudo isto e ajudará no futuro.

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O carro autônomo inteligente tem os grandes segredos do futuro das cidades.

O maior problema que pode enfrentar o setor, é que se torne popular a utilização de padrões fechados e os grandes protagonistas tenham que investir por sua própria conta na hora de gerar informação e processá-la, ao invés de unir forças para obter melhores resultados. Utilizar serviços proprietários poderia não só criar cidadãos de primeira e de segunda no momento de deslocar-se, mas também acidentes ou decisões erradas dos sistemas autônomos, já que também serão eliminados os semáforos.

Para que a Internet das coisas que se movem tenha êxito os princípios devem ser os mesmos que marcaram o sucesso da Internet: padrões abertos e universais.

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