Telefônica aposta pela geração Z para falar sobre content marketing no Futurizz

Por , 6 de Maio de 2016 a las 15:00
Telefônica aposta pela geração Z para falar sobre content marketing no Futurizz
Iniciativas

Telefônica aposta pela geração Z para falar sobre content marketing no Futurizz

Por , 6 de Maio de 2016 a las 15:00

Gerar engagement e networking na linguagem e canais que utiliza a audiência. Isso é, precisamente, o que Telefônica está fazendo com seu LAB de Content Marketing para contatar com as novas geração através do talento jovem.

Futurizz 2016 reuniu no pavilhão 5 do IFWMA, nos dias 20 e 21 de abril, as principais tendências e inovações no âmbito digital. Trata-se de um referente em transformação digital, que posiciona Madri como epicentro da inovação tecnológica com o lema “O futuro do negócio digital”. O evento reuniu a mais de 300 empresas e organismos espanhóis e internacionais e chegou a ser trending topic durante quase todo o primeiro dia.

Como prova de que as coisas em 2016 estão mudando, uma das inovações desta edição de Futurizz foi a distribuição de smartbadges, acreditações inteligentes. São dispositivos com tecnologia NFC que permitem transferir dados em modo contactless entre visitantes e expositores. Por sorte, já é história aquilo de preencher intermináveis formulários para trocar informação entre os participantes dos eventos.

Mesa redonda: as marcas como meios de comunicação

No contexto deste evento com palestras, oficinas, workshops, demonstrações, etc. sobre Big Data, Leadership Transformation, eCommerce, Social Media, Connected Consumer, marketing digital ou Digital Technologies, tivemos a oportunidade de participar em uma mesa redonda para analisar “como as marcas estão se transformando em meios de comunicação”. Tudo isso através de estratégias de content marketing cada vez mais focadas em targets de audiência e reforçadas pela incorporação das novas tecnologias como Big Data. Contamos os pontos mais destacados da mesa redonda:

Mensagens feitos por e para as novas gerações: os Z

Os jovens da geração Z vêm pisando com força e têm suas próprias regras do jogo. Por este motivo, Telefônica se dirige a eles através de uma equipe jovem, que fala seu próprio idioma e entende seus valores. Trata-se do LAB de Content Marketing. Porque, neste momento, não resta dúvida de que entender ao usuário ou possível cliente é a chave de uma boa estratégia de conteúdos.

De acordo com Rosalía O’Donnell BaezaBlog Think Big, Content Marketing e Talentum na Telefônica, a geração Z consome um conteúdo no que a rapidez é fundamental: “Tentamos ir ao ritmo do que está acontecendo, adaptando nossas mensagens e conteúdos às características próprias destes jovens. Nos encontramos com canais e ferramentas de comunicação totalmente diferentes aos habituais. A decisão estratégica que tomamos para enfrentar esta transformação foi a incorporação do talento jovem dentro da empresa. Contamos com uma jovem equipe de profissionais de diferentes âmbitos, que elabora conteúdo multimídia para estas novas gerações. Eles nos dão as pautas para dar esse ponto de realidade ao que realizamos. Trata-se da geração Z, os verdadeiros nativos digitais, eles e a tecnologia pensam da mesma maneira. Incorporar este talento às marcas é fundamental para conectar com este público”.

“Além do mais, a linha editorial de nossa estratégia de conteúdos se concentra em levar à nossa audiência todos os avanços que se estão produzindo em tecnologia, inovação e liderança, porque acreditamos que parte de nosso papel deve ser transmitir o que está acontecendo nesta revolução tecnológica digital”, continuava O’Donnell.

Vídeos curtos, redes sociais e meios de comunicação: canais de difusão

Já falamos que 2015 foi o ano do vídeo e 2016 continua na mesma linha. Facebook Live, Periscope, Vine ou Blab conseguiram que as marcas pudessem conectar de uma maneira mais próximo e pessoal com os consumidores. “Agora o desafio é que as empresas saiba encontrar o conteúdo é que as empresas saibam encontrar o conteúdo que realmente quer consumir seu cliente potencial”, comentava Fernando Ruiz Antón, Communications Strategy do BBVA Inbound. “As redes sociais ajudam à difusão, mas o que consegue credibilidade é que um meio de comunicação (New York Times, El Mundo, A Folha), recomende o conteúdo dessa marca em seu conteúdo próprio”, comentava Pedro Muñoz, diretor de Marcas e Agências em Outbrain.

Engagement e Big Data

Quando se alcança o coração, se transcende; e essa é um dos pontos que devemos lembrar em qualquer estratégia de marketing de conteúdos. De acordo com todos os assistentes à mesa redonda sobre marcas e meios de comunicação, é fundamental reivindicar o conteúdo de qualidade como a única forma de chegar a um target. Neste ponto, destacam também dois fatores: engagement e interação com o usuário.

Como em todas as relações,n o content marketing a continuidade, a fidelidade e a atenção ao cliente são importantes. De fato, como denominador comum do encontro, entre os desafios mais importantes com vistas a 2016 encontra-se entender ao cliente. Aqui é onde o papel do Big Data cobra importância. Neste contexto, María Abad, News Cars Marketing Communication & Social Media Leader na Ford, argumenta que “é importante entender que o Big Data nos dá muitos insights sobre como são os clientes. Poderemos falar com cada um deles sobre o que realmente querem saber”. Ao que Virginia Huerta, managing consultant de Text100 Madrid e moderadora da mesa redonda argumentava: “um dos desafios de qualquer estratégia de content marketing é o famoso Big data, que facilita um conhecimento da pessoa que temos diante como nunca tivemos antes”.

Em resumo, devemos conhecer nosso target. Saber seus gostos, inquietudes e problemas dos consumidores para dar uma solução acorde à suas necessidades e preferências. Na era digital é crucial oferecer um conteúdo que gere valor de forma útil e não intrusiva. Não se trata de acossar o usuário, devemos ser claros e gerar um vínculo emocional consistente e duradouro com a audiência.

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Como demonstra um botão: o content marketing é como paquerar

  • Brand Identity: o primeiro é conhecer-se a si mesmo, entender quem somos e o que fazemos.
  • Audiência: depois seria ver de quem gostamos e nossas compatibilidades para traçar um modelo ideal. O que gostam de fazer, interesses, preferências…
  • Definição de objetivos: uma vez que alguém capta sua atenção, a corte muda em função dos objetivos, a curto, médio ou longo prazo. No Content Marketing é fundamental ter claro quais os objetivos previstos.
  • Definição dos canais de comunicação: a fase da paquera, propriamente dita; procuramos nossos pontos fortes, a melhor forma de estabelecer contato, etc.
  • Monitorar os competidores: não somos os únicos no mercado, não é? Agora é o momento de ver quem ronda nossos objetivos, quais seus pontos fracos, seus pontos fortes e como superá-los.
  • Definir o tom de voz: como dizem as mães, devemos pensar antes de falar. Nem tudo é correto. Pode ser um texto, um infográfico, um vídeo ou um snapchat, mas deve fazer sentido e ter o tom correto.
  • Engagement: conseguimos captar a atenção do cliente. Quebramos o gelo e continuamos em contato. Agora chegou o momento de dialogar. Essa coisa da marca se vender única e exclusivamente num monólogo constante é coisa do passado. Agora o cliente se cansa do discurso “Me, Myself and I” da marca, procurando uma interação mais pessoal ou, até mesmo, um vínculo emocional.
  • Leads: se conseguimos chegar até aqui, chegamos ao coração do nosso objetivo. Já estão vinculados a nós e não vai nos abandonar… Enquanto continuemos trabalhando nas nossas relações.
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